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| Minha filha Gabriella com 7 meses |
Aí vejo essa reportagem... não que eu não concorde em termos com ela... mas não concordo que o andador seja o grande vilão da história.
Acho que o problema está na negligência dos pais (ou responsáveis, babá, cuidadores, professores...). Qualquer criança precisa de supervisão, usando ou não um andador. Acidentes podem acontecer em qualquer lugar se ninguém estiver olhando. Uma escada que esteja acessível ao bebê, uma sacada de apartamento sem rede de proteção, um fogão, janelas, piscinas sem proteção, quedas de sofás e camas, objetos pontiagudos ao alcance, tomadas sem protetor... enfim, tem muitas coisas e lugares que podem causar os mais diversos acidentes, inclusive fatais. Acidentes que não ocorrem que se a criança estiver sendo vigiada e supervisionada por alguém responsável.
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| Gabriella se divertindo no andador |
Antes de colocarem o andador no hall dos vilões deve-se orientar os pais da fragilidade de um bebê e da falta de noção de perigo de uma criança. O crescimento e desenvolvimento de uma criança é muito estimulado pela curiosidade e não vem junto com o discernimento do certo e errado ou do que é perigoso ou não. Esse discernimento cabe aos pais. O andador, assim como vários outros brinquedos e acessórios, pode ser utilizado se houver a supervisão de um adulto responsável. Use com moderação e atenção!

